Do Oeste Mineiro ao Império Inca
 

Foram cerca de 2.000 fotos, 05 horas de vídeo, e muitas historias pra contar.

Estamos preparando uma seleção de fotos que serão expostas em escolas, locais públicos, etc...

Algumas das melhores fotos voce pode acompanhar em nosso fotoblog. Visite:

CLIQUE AQUI E VISITE NOSSO FOTOBLOG - E VEJA AS FOTOS DA VIAGEM

Acesse também:    taylordefreitas.blogspot.com

Abraço a todos.



Escrito por Expedição - Machu Picchu às 17h03
[] [envie esta mensagem] []


 
  NO CAMINHO DA VOLTA

Muitos, e as vezes nós memos, pensavamos que nao iriamos fazer a viagem. Pois bem, ja estamos na volta. E o pensamento, as idéias, as diferenças, as alegrias, as tristezas verificadas neste caminho estão sempre presente. Nao há com escapar das belezas naturais da Bolivia, das enormes construções do espanhois em Cuzco, da grandeza do Império Inca, suas obras, sua inteligencia, mas também é impossivel nao lemrar da pobreza na Bolívia, do seu povo, de suas tradições; de crianças trabalhando.

23:00Hs: crianças vendem produtos caseiros nas paradas do Trem da Morte

Nao da para esquecer de jovens que se dedicam 12 horas por dia no Peru para manter suas familias. Das pesoas do campo contra  governo que nos declararam não querer nada: "...simplesmente queremos voltar ao que era, trabalhar e viver da nossa terra, nao podem vender nosso povo, nosso país...", enfim, não da pra fazer de conta que não é nada....

Nos proximos meses estaremos montando uma exposição de fotos sobre as belezas e in-belezas encontrados em nosso trajeto.

Como estamos na região pantaneira, não poderiamos deixar de registrar tambem um pouco do nosso Brasil, que muito tem a oferecer na sua imensidão em todos os sentidos.

 

Em breve nos encontraremos, nossa previsão é chegar em Divinópolis na madrugada de Segunda para Terça-Feira.

Abraço a todos



Escrito por Expedição - Machu Picchu às 17h26
[] [envie esta mensagem] []


 
  ENFIM, CHEGAMOS.

Cuzco é uma cidade muito bonita. Muitas Igrejas construidas pelos espanhois. Sao de uma enormidade impresionante. A cidade é muito turistica, mas tambem mistura pobreza com o ´novo´.

Fizemos todos os passeios possiveis, pois como iriamos demorar ir para Machu Picchu, resolvemos aproveitar a cidade.

 

Enfim, fomos para Machu Picchu.

Nao da para descrever a ida para Machu Picchu. Ë uma mistura de beleza, na pura selva com falta de ar e fadiga.

Na subida final voce ve a montanha de pedra na sua frente, ve la em cima algunas ruinas e nao acredita que tera de subir tudo. Ë uma escadaria no meio da mata.

Depois de duas horas de caminhada montanha acima, cegamos na entrada da cidade. A vontade imediata era entrar,  mas tivemos que parar para descansar.

Enfim, entramos na cidade perdida dos Incas.

Nao da para descrever: conhecer Machu Picchu e cegar ao objetico final de nossa viagem.

 

Agora è preparar-se para a volta e preparar material, pois historias para contar, fotos e imagens nao faltam, enfim, temos muito trabalho pela frente.

Abracos a todos e obrigado por ter acompanhado nossa viagem.

 

Taylor, Anderson e Juninho.



Escrito por Expedição - Machu Picchu às 23h21
[] [envie esta mensagem] []


 
 

Antes de atualizar o nosso blog è importante informar que, ficamos esses ultimos dias sem noticias devido al EL PARO, daqui a pouco vao saber do que se trata.

 

Como disse Copacabana è uma cidade bem turistica, com o belo Lago Titicaca.

Uma das atracoes é a Isla del Sol que fica a cerca de uma hora e meia de barco. Fizemos o passeio a ilha e ficamos encantados. Na chegada tem uma subida ao morro muito grande. Eu e Anderson resistimos bem, ja o Juninho resolveu voltar do meio do caminho.

 

A beleza da natureza, e a simplicidade, a forma de vida do povo boliviano.

 

Ficamos em Copacabana por 03 noites, pois estavamos muito cansados e ainda sofrendo com a altitude. Numa tarde o Anderson e o Juninho foram ao Calvario, um mirador de onde se ve toda a cidade – foto no final – eu nao consegui, resolvi ficar dormindo.

Nesta cidade se encontra pessoas de todas as nacionalidas, ucranianos, colombianos, argentinos, chilenos, da Nova Zelandia, Bélgica, etc…

A noite fomos a um bar, e ai garramos na musica, o Juninho no violáo e eu arrumei um tambor e fizemos muita festa. Reuniram-se pessoas de todas as nacionalidades no bar.

Mas a viagem tem que seguir.

Na segunda pela manha pegamos um onibus para Puno, onde iriamos encontrar com Marco, primo de Pedro, um peruano que conhecemos em Divinopolis.

Chegando em Puno, fomos as Ilhas de Uros depois de falar com Marco, Luis (poeta peruano) e Edwin, ambos estudante de engenharia.

Uros é um lugar fascinante.

Os moradores de Uros sao uma comunicade que hoje tem cerca de 300 pessoas que resistiram desde o imperio Inca ate a invasao dos Espanhois – gravamos um vídeo com Luis, amigo de Pedro , falando sobre a história de Uros. Eles vivem separados da cidade, em Ilhas que sao flutuantes, feitos de um material tipo bambu com palha. Muito interesante.

 

 

Voltamos da Ilha e fomos conhecer a cidade tendo como guia o Marco Antônio. Quando já era noite passamos na casa de Marcos para pegar as mochilas e tomamos uma cerveja Brahma ao preço de R$ 1,50 – morral de inveja – e comemos algunas bolachas. Fomos direto ao Terminal para pegar um onibus para Cuzco, é nesse momento que começa uma das partes mais dificies da viagem.

Cegamos ao Terminal por volta das 21:00hs e nao mais encontramos onibus para Cuzco, mas um Baiano que la estava nos disse que tinha um peruano que estava saindo com um onibus naquele momento. Foi uma confusao tomar o onibus onde estama uma maioria de brasileiros, todos eles ja haviam encontrado conosco em cidades anteriores.

Ja havia a noticia que no Peru iria acontecer uma paralizaçao de dois dias, mas o pessoal do onibus nos garatiu que chegariamos a Cuzco. Partimos e apos 2:00Hs de viagem, por volta de meia noite, avistamos a frente, no asfalto, mulheres, ciranças, jovens, senhores, sentados na pista, colcoando fogo nos matos ao redor e nao permitindo a passagem dos onibus. Este era o EL PARO – paralizacao peral contra o governo de Alan Garcia, aumento de combustible e de alimentos -, dois dias teriamos que esperar para continuar a viagem.

Dai para frente muita apreensçao. Cochilamos no onibus apesar da preocupaçao. La pelas seis da manha fomos acordados com pedradas que estavam atirando nos outros onibus. VOU DEIXAR BEM CLARO AQUÍ A NOSSA POSICAO. ACREDITAMOS QUE A QUESTAO DAS PEDRAS NOS ONIBUS NAO PARTIRAM DOS MANIFESTANTES PERUANOS, ELES SAO PACIFICOS SE NAO FOREM PROVOCADOS, ACREDITAMOS QUE ALGUNS PASSAGEIROS DE OUTROS ONIBUS, PERDERAMA PACIENCIA E SUBIRAMA MONTANHA E COMECARAM A ATACAR ELES, POR ISSO ACONTECEU. ISSO.

Em meio a confusao os onibus foram passando e furamos o bloqueio, por pouco tempo. De kilómetros em kilómetros havia bloqueio e nao tinha como passar.

O Nosso motorista foi sensacional, repito SENSACIONAL. Conseguiu um caminho alternativo pelos povoados, mas mesmo neles, em locais onde nao se via nada, as estradas eram bloquedas com enormes pedras, e nao se tinha como seguir viajem. Todos desciam do onibus e explicavamos aos peruanos que apoyábamos a paralizaçao, mas que nao tinhamos culpa, que somos estrangeiros, que estavamos visitando o pais deles. Escrevemos por todos os vidros do nosso onibus. VIVA EL PARO. Assim, conseguimos passar sem problemas por muitos bloqueios, mas chegou em um onde se concentravam muitas comunidades, e ai nao foi possivel. A soluçao foi fazer amizades com os revoltosos. Fizemos ate uma partida de futebol, Brasil contra Peru, vencemos por 6 x 2.

 

 

Foram 48, (QUARENTA E OITO HORAS ) de viagem, quando eram para ser 07. Nossa sorte foi que fizemos amizade com uma señora de uma venda, perto da estrada e la detonamos, comemos todos os atuns e os paes que tinham. Um garoto de uma casa vizinha, tambem, pela manha, levou para nos cha de coca e agua quente.

Nunca passamos tanto frio. Nao era possivel dormir em funcao do frio. Pela madrugada foram 07 graus negativos.

Tudo isso se resume a muita pobreza, simplicidade, tradicao, costumes, mas muita vontade de serem amados, serem reconhecidos. Ao que nos parece, o governo deixa as comunidades tradicionais um pouco de lado, como se fosse somente parte de um passado.

 

 

Depois de rompermos a ultima barreira de pedras, onde passamos aplaudindo os manifestantes, chegamos a Cuzco e nos hospedamos no albergue Colonial que fica perto da Plaza das Armas.

 

 

Comemos meio frango cada um, e apagamos.

Hoje 10 de julho vamos descansar, e talvez ja vamos para Machu Picchu ou sairemos amanha pela madrugada. Ainda estamos resolvendo, pois, em funcao do El Paro a cidade esta uma loucura. Nao vimos nada ainda, mas tem Igrejas, ruas, construçoes de 1.500. Pedra e mais pedra. Muito bonito.

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Expedição - Machu Picchu às 13h54
[] [envie esta mensagem] []


 
  Informaçoes Gerais - Divinopolis a Copacabana-Bolivia

Ola Pessoal.
Ficamos alguns dias sem enviar informaçoes pelo Blog devido aos horarios de onibus,
visitas, etc... Isso impediu, de certa forma, que enviasse mais fotos, informaçoes.
No entanto, agora vamos dar uma geral de toda a viagem.
De Divinopolis a Campo Grande, e até Corumbá muito tranquilo. A Cidade de Corumbà já
apresenta muita pobreza e ao nosso 'padrao' se torna estranha.
Tivemos um pequeno problema na aquisicao do cartao de Vacina Internacional do Juninho,
por causa de uma data errada, mas que em uma hora, no maximo foi resolvida.
Dai pegamos um taxi e atravessamos a fronteira com a Bolivia, sem maiores problemas.

 Chegamos em Porto Guijarro, na Bolivia por volta das 11:00hs. É uma cidade muito pequena
as ruas de terra, uma poeira muito fina. Lá fica a Estacao onde pegamos o Trem da Morte
ate Sta Cruz de La Sierra. Nao havia mais passagens, mas como tinhamos reserva foi tudo
resolvido muito rapidamente, depois de darmos um 'regalo' (presente em Espanhol) para o
rapaz da Bilheteria. Tomamos um banho - aqui se chama ducha - e conhecemos o Denis: um garoto
de 09 anos - gravei audio com ele para minha pesquisa de mestrado (pretendo). Muito simpático.
O Banho, ou ducha (fria) seria 5 bolivianos para cada um, ele fez por 10. Demos de presente pra
uam camisa do Projeto e um Bone do Sáo Joáo de Deus Saude. Eu arrepio só de lembrar a alegria
dele. Aqui  muitas criancas trabalham, muitas mesmo. Complicado de falar.
Almocamos lá, e partimos as 16:30Hs, no Trem da Morte para Sta Cruz de La Sierra.
A viagem foi muito tranquila, apesar de terem roubado uns casacos de uns brasileiros que
estavam umas duas filerias atras de nòs no Trem.
O Trem passa por locais muito pobres, esgotos a cèu aberto, dentre outras observaçoes que
serao explicitados posteiormente.
Muita gente, e pessoas simples. Uma coisa que notamos é que todos conversam com a gente e
tudo que oferecemos eles aceitam na maior boa vontade. Eu e o Juninho atravessamos o trem
todos, pelos vagoes, fomos ate o final e tinha um pessoal reunido lá com violao. Como nao
podia deixar de ser, demos uma 'palhinha' là, e ja ficamos conhecidos no Trem. O Anderson
fez amizade com um fuzileiro do Exercito Boliviano e ficou no nosso vagao, batendo papo
e aprendendo Espanhol com ele.
Nao da pra dormir no Trem, balanca muito, parece que vai virar. Quando tem parada, entra
uns 20, sem exagero, meninos, meninas e mulheres, vendendo de tudo. Uma bagunca louco.
Isso ficou bem registrado nas imagens que fiz e que serao produzidos posteriormente.

A chegada em Sta Cruz de La Sierra, foi tranquila, de cara ja fomos procurar um albergue
para descansarmos um pouco na parte da tarde, ja que a noite, iriamos direto para
Cochabamba.
Fomos para o Albergue, mas a vontade de conehcer os lugares era tanta, que nao descansamos,
e fomos andar pela cidade. Fomos na Praca, nas igrejas construida pelos Espanhois, Casa de
Cultura, museus, etc...
Para 'viver' mesmo a cidade, decidimos andar nos onibus - aqui nao ha onibus grande,
somente pequenos que chamam de micro - da cidade e nao de taxi. Uma verdadeira loucura.
Os onibus nao tem ponto, nao tem trocador o proprio motorista que recebe. Nao da pra
descrever. O Transito: é todo mundo enfiando na frente de todo mundo. Mas se respeitam,
é uma coisa interessante, o codigo aqui é a busina. Vao businando e entrando e a coisa vai.

 

A noite pegamos um onibus - O terminal bimodal - na rodoviaria. Também uma loucura, mas
eleva esta loucura ao cubo. Uma correria. Nao é como no Brasil, voce vai no guiche comprar
a passagem.
Os caras vao correndo atras de voce com uma prancheta na mao e vendem a passagem em pé
mesmo.Voce mesmo anota seu nome, te dao um papel, voce paga mais 3 bolivianos para embarcar,
e em geral os onibus saem atrasados.
Fomos para Cochabamba, onde fica o Cristo de La Concordia, muito bonito a exemplo do
Cristo Redentor do Brasil.
Vai passar frio assim no Polo Norte. Sta Cruz è quente, entao fomos de certa forma tranquilos
para Cochabamba, sofremos dentro do onibus. E pegar a mochila que estava em cima da gente,
era dificil, pois os onibus sao muito cheios. Os transportes aqui em geral sao precarios.
Ficamos a parte da manha em Cochabamba, compramos algumas roupas de frio - cachicol, luva,
touca - e as 13:30Hs fomos para La Paz.
Tudo esta dando muito certo, ate porque fizemos uma preparacao de quase uma ano, temos muitas
informacoes, o portunhol esta indo muito bem, enfim estamos nos virando muito bem, mas a viagem
de Cochabamba para La Paz e depois de La Paz para Copacabana, foi a pior parte da viagem:
explico:
COCHABAMBA / LA PAZ -
Pegamos o onibus as 13:30hs e nao deu tempo de almocar, pegamos um marmitex e fomos comendo
dentro do Onibus.
Pense em um onibus ruim, multiplique por dois, e ai imagine ele lotado. Muito bem.
Imagine que algumas das poltronas estao ocupadas por familias - pai, mae, e dois ou tres filhos
Continue imaginando: feche olho para faciliar - So para lembrar sao 09 horas de viagem
- imagine ainda que o banheiro do onibus esta quebrado e sua porta esta trancada, e a primeira
parara aconteceu depois de 5 horas e meia de viagem. Até ai ta tudo bem. Junte a isso ao fato
de que eu (Taylor) passei, muito, mas muito mal, por causa da altitude.
Nunca transpireri tanto na minha vida. A cabeca doia muito. Nao conseguia nem ver a viagem
- nas primeiras 05 horas - o que de acordo com o Juninho foi melhor eu nao ter visto: so
desfiladeiro. Eu passava tao mal que concentrei e disse pra mim mesmo: 'nao posso vomitar
nesse onibus, alias, vomitar onde'. O Babico - Anderson - olhava pra mim e perguntava como
eu estava e eu nao conseguia nem abrir o olho. O Juninho arrumou uma sacolinha para o caso
de eu vomitar e me deu paracetamol em gotas ai fui melhorando aos poucos. O Juninho teve
muita dor de cabeca ja o Anderson, nao sei como, foi o mais forte de nós: ele nao sentiu nada,
so percebi o olho e o rosto dele um pouco vermelho, mas ja em Copacabana.
Se voces acham que terminou: nao vou contar como era o banheiro da parada, e nao vou me estender
nas criancas - niños - que nao paravam de 'cagar' dentro do onibus. Eu o Juninho enchia o
nariz de Vick para amenizar o mau cheiro. Enfim,chegamos em La Paz. Que alegria, que alegria.
Ja era tarde, fomos para um albergue mais ou menos. Eu ia tirar uma foto do banheiro
de la, abacei esquecendo.
Saimos a noite para comer, mas percebemos que a cidade é perigosa e fomos deitar.
No mesmo albergue onde estavamos encontramos uma grupo de Sao Paulo que ja tinham conseguido
pacote para Tiwanaku.
Conversamos e nos deram o contato - Oscar, ja morou em Sao Paulo e deu um depoimento muito bom
para o nosso documentario - e conseguimos ir no mesmo micro onibus, alem de uns Holandeses,
Ingleses e um Suiço. O Passeio por lá é SENSACIONAL, museus, casas, arqueologos fazendo
escavacoes.
Mas esta historia sera contada depois.

 Nao gostamos muito de La Paz, e entao mesmo estando muito cansado ja fomos direto para
Copacabana. Nao vao acreditar. O Onibus sai da porta do cemiterio. Uma verdadeira bagunca.
Pegamos uma jardineira. Ela cabia umas 20 pessoas, tinha 32, nos contamos. Gente de todo o
'modelo'. O Babico, no mesmo esquema, comendo bolacha e distribuindo pra todos da Jardineira.
Uma viagem de 4 horas ao custo de R$ 3,00. Aqui estas coisas, transporte, comida, sao baratas.
A cerveja, nao, ja é praticamente o mesmo preco. O Juninho ainda consegue tomar uma de vez
em quando, eu to muito devagar. A cabeca nao para de doer. Mas voltemos a viagem.
LA PAZ - COPACABANA -
Nao da pra explicar: a estrada é so curva, sò curva, e sobe e desce. Muito perigoso.
Ja decidimos que quando formos voltar vamos procurar o melhor onibus, pagar mais.
Mas de Jardineira nao da mais.
Antes de chegar em Copacabana, temos que descer do onibus. O Onibus entra em uma balsa e
nós numa mistura de barco e balsa, tipo aquelas imagens que temos de fugitivos de cuba.
Muita gente pra pouco colete. Eramos uns 24 para uns 06 coletes. Ficamos preocupados, tudo
escuro, ja peguei a lanterna, mas correu tudo bem.
Atravessamos o Lago Titicaca e esperamos o onibus do outro lado.
O Lago è muito bonito. Na volta vamos registra-lo melhor pois estarà de dia.
Conhecemos um Colombiano que nos deu muitas dicas de Copacabana, onde estamos agora.
Nela esta situado o lago. Muito acolhedora ja tem cara de cidade mais turistica. Muitos,
mas muitos europeus. Arruamos um albergue decente por 35 bolivianos. Dormimos muito bem,
todos ate as 09:30HS.
Vamos ficar em Copacabana hoje, sabado e amanha, quando vamos a Ilha do Sol e da Lua.
Decidimos mudar o roteiro incial que previa que iriamos direto para Juliaca, Puno, Cuzo e
Machu Picchu. Devido aos problemas que estamos tendo com a altitude, decidimos ficar aqui
em Copacabana dois dias, mascando folha de coca, para assim, aos poucos irmos acostumando
com a altitude. Subir a escada do albergue é uma dificuldade tremenda.
Hoje vamos procurar comer algo mais de vegetal, pois ate agora so estamos comendo frituras,
comidas pesadas,etc..
Dar uma aliviada e aproveitar pra descansar. Pois amanha sera cansativo nos passeios, etc..
teremos que fazer caminhada, etc....
No mais estamos muito bem. As informacoes que colhemos durante um ano de preparacao estao
sendo muito uteis.
Um grande abraco a todos que estao torcendo por nós, aos nossos paceiros, Sao Joao de Deus
Saude, Aluminios Alvorada, CS Estamparia, Plastico, Antonio Roberto e TV Alterosa.
Abracos tambem aos nossos familiares.
Dentro de alguns dias estaremos novamente atualizando o Blog.
Para finalizar, vejam a vista que temos do quarto do albergue.
Ai esta o Lago Titicaca.

Abraco a todos.

Taylor, Juninho e Anderson.



Escrito por Expedição - Machu Picchu às 12h06
[] [envie esta mensagem] []


 
 

ESTA FOTO É NO RESTAURANTE ONDE ALMOCAMOS

Porto Guijarro è um lugar muito simples. Alguns mercadunhos vendem de tudo. Aqui fica a Estacao onde vamos

 

Por do Sol nas areas pantaneiras. Tem coisas na vida que nao tem preco.

 



Escrito por Expedição - Machu Picchu às 21h06
[] [envie esta mensagem] []


 
  De Divinópolis-MG à Machu Picchu

Meses e dias se passaram e, estamos nós a poucos dias de nossa viagem. A expectativa é grande, misturado com medo, com o sentimento de realização.

Desde já agradecemos a todos aqueles que indiretamente ou diretamente colaboraram para que este projeto fosse levado à frente. Agradecemos mais ainda àqueles que nos desmereceram e desconfiaram das nossas capacidades em seguir com a idéia, pois, estes foram nossos principais incentivadores.

Em breve, voces poderão ver fotos de nossa viagem e desde já, convidamos a todos aqueles que queiram demosntrar o seu sentimento de boa sorte à comparacer no Terminal Rodoviário de Divinópolis, dia 29/06 as 20:30 Hs, de onde estaremos partindo para o nosso destino.

 



Escrito por Expedição - Machu Picchu às 07h49
[] [envie esta mensagem] []


 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]  
 
 
Meu perfil
BRASIL, Sudeste, DIVINOPOLIS, Homem
MSN - historia.divi@hotmail.com


HISTÓRICO



OUTROS SITES
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 FOTOBLOG DA VIAGEM - FOTOS
 Apoio: São João de Deus Saúde
 Divulgação: TV Alterosa
 Apoio: Dep. Antonio Roberto